Saudade da rede quentinha, dos chazinhos, dos abraços e da risada inocente quando se é criança.
Saudade dos professores do ensino básico que pegavam no meu pé.
Saudade das minhas idas à bodegas do meu bairro para comprar guloseimas.
Saudade do meu avô, que me dava bom dia, boa tarde, boa noite e me agradecia por tudo.
Parece que a nostalgia é o meu forte.